Após a recente notícia da convocatória de umha reuniom para a criaçom de umha candidatura unitária do soberamismo galego por parte de Nós-UP para a próximas eleiçons autonómicas de 2009, publicamos um artigo de opiniom da autoria de Aldara Vázquez na qual analisa os vícios desta possibilidade.
A convocatória através dos meios por parte de NÓS-UP dumha reuniom de agentes políticos soberanistas para estudar a possibilidade de confeccionar candidaturas “unitárias” às Autonómicas de 2009 reune dous defeitos preocupantes: um, de forma; outro, mais grave, de fundo.
Se bem é certo que nas bases sociais autodeterministas existe a demanda de se dotar de ferramentas organizativas suprapartidárias e desenvolver linhas próprias de trabalho a nível eleitoral e institucional, como em muitos outros ámbitos da luita, a metodologia empregada neste caso para avançar no segundo objectivo condiciona a sua viabilidade e explicita umha concepçom errónea dos processos que deve andar o independentismo para responder adequadamente às demandas apontadas.
Existe, primeiramente, um sério defeito de método que delata mais umha vez a preocupante falta de franqueza de quem asseguram, através de altofalantes mediáticos, “renunciar a qualquer protagonismo”: quando um projecto nom é consolidado e a sua viabilidade aparece incerta, por depender de vontades diversas, parece erróneo –por nom dizer, indecoroso e falto de qualquer respeito- botá-lo aos meios e, aliás, transmitir paternidade… Antes de mais, o correcto e exigível seria discreçom, renúncia real e sincera –nom apenas declarativa- ao autobombo, espera prudente à celebraçom da reuniom à que se convoca e, finalmente, conhecimento das disposiçons e valorizaçons dos interlocutores aos que se dirige a proposta, dado que a sua adesom é conditio sine qua non para que esta seja viável.
No entanto, preferiu-se o contrário: agir no nível mediático à procura dumha triste projecçom. Aliás, com essa metodologia, NÓS-UP situou os interlocutores aos que dirige o apelo na incómoda posiçom dos factos quase consumados, no nada recomendável tempo dos titulares informativos e na necessidade de explicar publicamente umha eventual negativa à expectativa que se cria gratuitamente. Ao tempo, caso de o projecto fracassar, a citada formaçom engalana-se com umha pátina de generosidade, flexibilidade e boa disposiçom que nom seria correspondida polos seus avessos interlocutores…
Som maus métodos e piores formas que nada contribuem a gerar subjectividades positivas. Alguém poderia entender com má fe que existe ruindade nesta forma de agir.
Além deste aspecto, existe umha segunda questom de maior calado que fai respeito ao debate sobre o lugar que ocupa a luita eleitoral e institucional no accionar independentista global. Formularemo-la com singeleza: que sentido teria que diversos agentes políticos que se interrelacionam habitualmente de forma conflitiva e até competitiva, mantenhem dissensons irresoltas e, sobretodo, demonstram notáveis dificuldades para abordar linhas de trabalho conjunto no dia-a-dia, como indica o desenvolvimento da iniciativa cidadá Causa Galiza e outras anteriores, encenem em quanto chegam umhas eleiçons, como urgidos por necessidades e pulsons inexplicáveis, “unidades” e “acordos” fitícios que nom estám lavrados previamente na base, na luita diária e carecem, portanto, de qualquer projecçom de futuro?
Nom há atalhos nem corredores para construir um Movimento de Liberaçom Nacional Galego merecedor de tal nome. Concorrer ao circo eleitoral fascinados polo aparente, quando nom se figérom os deveres mais básicos e nem sequer se aborda com rigor e sistematicidade o seu cumprimento, servirá para tirar umha foto atractiva e enganosa, mas revela inversom da ordem de prioridades e um interesse polos aspectos eleitorais e institucionais da política muito superior ao que se admite formalmente. Depois de tanto tempo deveriamos saber que o just in time das empresas téxtis é inaplicável aos processos de construçom política e social do independentismo galego e que o tempo eleitoral nom é o das construçons sérias e os projectos de largo prazo.
Umha intervençom eleitoral e institucional independentista deve responder a umha iniciativa de mais largo alcanço e profundidade e substraer-se da forma mais radical possível aos tempos e urgências que marcam as eleiçons e a política espectáculo. Enquanto isso nom se produzir, o trabalho silencioso e a construçom sem fotógrafos som os caminhos que garantem que num futuro nom lonjano serám possíveis desenvolvimentos da luita que hoje parecem inviáveis.
Gz,
18.05.2008 (Id: 11121)
Isto de assinar com pseudónimos... O que é é bastante raro é que há três dias publicam em galizalivre.org o comunicado de NÓS-UP depois o censuram e agora metem esse artiguinho de opiniom. Por certo tem certo tufo a outro que criou polémica já há um par de meses dum tal Joám Peres...
um interessado,
18.05.2008 (Id: 11122)
Joám Peres é Aldara Vázquez??
acho-eu,
18.05.2008 (Id: 11123)
Seja quem for o autor/a autora, que pobreza de argumentos para dissimular o sectarismo de sempre! Ou seja, que o problema é que se lhe ocorreu primeiro a nós-up, e que se atreveu a fazê-lo público em lugar de mantê-lo em segredo enquanto as "elites" negociam.
E dim isso os mais horizontalistas democratas antiautoritários e antiverticalistas do mundo, que agora tenhem medo de que se conheça desde o primeiro momento a posiçom de cada quem.
Pois dá-me a impressom de vai haver que retratar-se. E eu prefiro que se faga abertamente como fijo nós-up, e nom com artigos assinados com pseudónimos para nom dar a cara, como esse/a tal "aldara vazquez".
a mesma de sempre,
18.05.2008 (Id: 11124)
1º- Criticam Nós-UP por empregar a difussom do seu comunicado.
a) A base social independentista, bem cativinha, estamos fartos e fartas de que nom se faga notório e de público conhecimento as iniciativas neste terreno, o eleitoral. Que o levedes todo caladinho e depois tergiversedes todo tirando-vos mutuamente os trastos à cabeça.
b) Isso si, vós lançades a vossa particular resposta por todo canal de difussom possível -dades mais bombo vós à resposta que Nós-UP à proposta, ou nom?- e, ao contrário do que Nós-UP, mas ao igual que Joám Peres há uns meses, empregades a crítica destrutiva e demolidora para deixar claro que o vosso "segundo argumento" fai sentido, isto é, que nom existe "unidade real", portanto para quê provar no plano eleitoral. É dizer, "mordedes a cola": humilhades a proposta feita e o colectivo que vo-la fai, e entom dizedes que nom há unidade: é claro, se com o primeiro argumento alimentades a desuniom com 'ahínco', o "segundo argumento" (que é o mesmo) torna óbvio...
A unidade também se pratica em comunicados públicos eh penhita, cousa na que parece que nom tedes muitas habilidades... (veja-se Joám Peres e Aldarita). Deixai de falar em abstracto e praticade o que predicades.
c) Isso si, Nós-UP fijo umha proposta. Apostou em fazê-la. E apostou em, após 7 anos de organizaçom independentista, trasladá-la ao debate público.
JÁ ERA HORA!! ENTEDESTES?? JÁ ERA HORA!!!!
A questom é de quem caralho é a resposta. Porque aos e às independentistas, que Aldara nom goste da proposta, "suda-no-la", assim sem puritanismos.
AGORA sabemos quem fai umha proposta, e podemos julgar esse colectivo pola sua proposta... A quem havemos julgar pola resposta, a vós pergunto, correnteB super-democrática, translúcida e horizontalista???
2º- Falam em "unidade desde abaixo"
a) Ou desde arriba? Quem dixo que o trabalho no plano eleitoral seja um trabalho desde arriba? Ou seja que falades de que Nós-UP som eleitoralistas, enquanto vos negades a aceitar a mao que se vos tende porque isso é.... que? trabalho de elites? Nom se pode fazer umha campanha conjunta porque... por que?? Pode Aldara explicá-lo?
É um fetiche esse argumento: nom há unidade na base, logo nom podemos fazer umha campanha eleitoral. A ver, a mim nom ma metedes. Esse argumento NOM SIGNIFICA NADA. Nada porque embora o ocultedes, o problema está na focagem que AMI dá às eleiçons: precisamente o que critica, umha releváncia espectacular, e um protagonismo arrassador com o qual nom quer comungar porque sabe, como o sabia quando abandonou Nós-UP, que SODES MINORITÁRIOS, E NOM ESTADES POLO LABOR DE ASSUMIR A VOSSA MINORIA: NOM QUEREDES NENGUMHA UNIDADE. NUNCA A QUIGESTES SE NOM É SOB O VOSSO MANDO E CONTROLO.
b) Fazer umha campanha eleitoral nom significa por acaso trabalharmos desde abaixo, nos bairros, nos Centros Sociais, nas Universidades, na agitaçom...? com um programa de mínimos... dando lugar com todo ao debate entre a gente que eventualmente pudêssemos participar... Nom, vós disso nom queredes nada.
c) Sobra dizerdes o rolhito vicioso de "Nós-UP som eleitoralistas" porque quem nom pecamos de ingénu@s sabemos que vós teredes e tivestes tanto ou mais eleitoralismo quando podades ou pudestes monopolizar o independentismo. Sentimo-lo; acabou-se-vos a festa.
P.S.: Nem sou, nem fum, nem tenho pensado ser filiada de Nós-UP
acho eu que...,
18.05.2008 (Id: 11125)
bom, se calhar eu acho que chegado o momento histórico de criticar-se mutuamente coma sempre, eu queria saber xk nos-up fijo público o seu comunicado, quando inda está a negociar a candidatura com ISCA e coma FPG...
e nos-up nom é seitário, e 1ºlinha, tampouco, nom?
nh,
18.05.2008 (Id: 11126)
"acho eu que", é evidente que se nós-up tivesse descoberto algumha informaçom confidencial ou sacado um comunicado no meio de um processo negociador, isso seria criticável, mas nom é assim.
Nom existe "negociaçom" nengumha. Absolutamente nengumha. Existem só declaraçons públicas da FPG e de Nós-UP onde se mostravam dispostas a avançar numha candidatura unitária, e existe também a necessidade de avançar a partir daí.
E agora nós-up dá um passo propondo umha reuniom aberta para falar sobre o assunto. NOM HÁ NEGOCIAÇOM ABERTA, só umha proposta bem clara de nós-up mostrando-se disponível para tentá-lo.
Seria bom que o resto de organizaçons mostrassem também as suas cartas e a partir daí saberíamos se se pode chegar a algo ou, novamente, haverá divisom nas eleiçons do ano próximo. O que está claro é que nós-up tem vontade de avançar. E o resto?
Protestar polo procedimento de nós-up está moi bem mas que preferisse outra metodologia podia te-la aplicado e até hoje ninguém moveu um dedo. E polos vistos, quando alguém se move, alguns já começam a lançar-lhe pedras, isso sim, escondendo a mao.
gzceive,
18.05.2008 (Id: 11128)
Para escachar que venham agora estes de Nós-UP-Primeira-Linha propondo ir a umhas eleiçons em coaligaçom com outras organizaçons quando nom som quem de manter uns mínimos de compromisos em qualquer dos possíveis ámbitos unitários nos que tenhem presença. E como sempre lançando fogos de artifício que só podem enganar à sua base (se é que a tenhem): desta volta superarom-se a si mesmas fazendo pública umha história suponho que para forçar aos interpelados a terem que posicionar-se... e a todo isto umhas organizaçons interpeladas que nom tenhem num 99% dos casos nengum tipo de vínculo com Nós-UP-Primeira-Linha, seguramente pola sua atitude destrutiva mil vezes demonstrada no seio dos movimentos sociais...
Pois nada, melhor que se dediquem à sua kaleborroka particular rebentando mánis da CIG nos Primeiros de Maio, que o resto já veremos que fazemos. E por certo, e sem que mo tomedes a mal, o liberado que tedes en Nós-UP-Primeira-Linha para labores de agitaçom virtual que se faça mirar esse problema que tem de 'personalidade múltiple', só é um conselho polo seu bem...
Beijos.
Gz sempre,
18.05.2008 (Id: 11130)
Isto só vale como ninho de trolls, para desmoralizarmo-nos e desmoralizar monos, e para dar-lhe alegrias aos polícias. Aldara Vázquez, oligarca, fora do Indymedia!
Do google:
"Aldara Vázquez de Arias Mosquera se casó Sancho Sánchez de Moscoso.
Ellos tuvieron los hijos siguientes:
Suer Vázquez de Moscoso"
Martí,
19.05.2008 (Id: 11132)
pero si esta aldara é tan intrascendente a que carallo dedicarlle tantos comentarios? liberado pelele deixa o indy e fai algo de proveito
........................,
19.05.2008 (Id: 11137)
Depois de reventar Causa Galiza, proponhem umha candidatura "unitária"!!!
odeio,
19.05.2008 (Id: 11138)
Sentindo as comparanças, pois nengumha delas vai dirigida a nengum colectivo concreto, queria dizer somentes umha cousa para contribuír a clarejar este assunto...:
Imeginemos que IU decide propor ao PSOE apresentarem-se juntos às vindouras eleiçons. E fai um comunicado público no que dá cumprida informaçom do feito...
Imaginemos agora que o PSOE vai e responde, a través da sua porta-voz Aldara Vázquez, que como se lhe ocorre a IU fazer essa proposta publicamente, que agora o PSOE tem que posicionar-se...
Eu acho que a primeira opçom é possível. Ora, a segunda, como justificaçom, parece-me que só a pode tragar quem viva no mundo das ensonhaçons.
Ou como se BRIGA escreve um comunicado no que anuncia que se oferece a unir-se à AMI. E esta contestasse que joé!, a quem se lhe ocorre publicá-lo, que agora tenhem que razoar a resposta negativa, e isso para umhas mentes pouco acostumadas a pensar nom é fácil...
Enfim...
Sonhadores/as sodes.
independência,
19.05.2008 (Id: 11140)
Vamos ver, neste tipo de pseudo-debates que se dam acaba-se sempre igual: insultos, desqualificaçons,linguagem agressiva, manipulaçons, etc. Tamém é típico nom entrar no debate, fugir por questons tangenciais, marear a perdiz.
Por mensagens.
Nº 1. Gz. Tu és o primeiro em usar pseudónimo, hipócrita, seria bom seres algo mais coerente. Que problema há? Digo eu que o importante é a mensagem, nom o mensageiro, nom? No caso de seres um militante independentista és um impresentável e um imbecil por cair na criminalizaçom parapolicial de um companheiro independentista. Tam imbecil e impresentável como os que dim que o teu secretário geral é do cni ou um empresário da noite sem escrúpulos. Isto último vai tamém para a mensagem nº 2, com certeza o mesmo intoxicador da mensagem anterior.
Nº3. acho-eu. O problema nom é quem tivo a primeira ideia, iniciativa ou o que for. Sinceramente parece-me bastante infantil andar a pôr-se medalhas por algo assi. Parece mais bem que simplesmente queredes ficar bem se passe o que se passar. Se funciona a iniciativa nada, vossa seria a responsabilidade do êxito (para algo o propugestes). Se nom funciona polo que for tamém nada (como vai ser vossa a responsabilidade dum "fracasso" se mesmo fostes os primeiros em o propor!). É simpático tamém o de ter que retratar-se. Retratar-se nos média, claro! Desculpa acho-eu que haja gente que prefira funcionar de outro modo e nom mediaticamente mediante espectáculos vazios de conteúdo. Retratamo-nos no dia-a-dia, no concreto, no fundo, no radical (na raiz), nom num show como dos que gostades vós. E sabes por que é preferível retratar-se no dia-a-dia? Porque assi nom se cai no ridículo de dizer umha cousa (mui bonita, é claro) e fazer depois o contrário. Por último, acho-eu (que deve ser o mesmo das mensagens anteriores) tu tamém nom estás a dar a cara, tamém estas a usar pseudónimo!
Nº 4. a mesma de sempre. Ou vives nos mundos de yupy ou sinto muito dizer que nom tens nem ideia. É indiferente que fagas jogos coas palavras, a realidade é que as relaçons nom som boas. E por muita manipulaçom a realidade é que as relaçons estám como estám depois de muitos anos de desencontros. Estas som as premissas, e no texto da aldara o que fai é portanto identificar um problema existente, real, objectivo. O problema existe, negá-lo nom fai que desapareça. É patético.
Nom se critica Nós-UP por fazer público nada. Critica-se por tentar criar umha image irreal da situaçom do movimento. Critica-se porque nom se pode mentir, dizer que queredes a unidade para na linha seguinte dizer que vós sodes nom sei que e outros somos nom sei quanto. Se praticar a unidade para ti em comunicados públicos é chamar-nos bonitos para depois ir por trás a cravar-nos os punhais já podedes ir co conto a outras.
Dis que a base social independentista estamos fartos e fartas da cativeza das iniciativas no plano eleitoral. Desculpa, mas eu sou base social independentista e do que estou farto é do eleitoralismo desta sociedade, e de que nos tentedes vender a mota cada 4 anos igual que fam os politicuchos do sistema. A revoluçom nom se constroi de arriba para baixo. A labor institucional, para umha revolucionária, é sempre secundária. O pricipal é o trabalho entre o povo, a organizaçom dum contra-poder popular. Só a partir daí a participaçom eleitoral fai sentido. Começar a casa polo telhado nom fai sentido, e que ponhades tanto empenho nas eleiçons retrata a vossa aposta política e o seu transfundo ideológico.
Dis que já é hora. Hora de que, de ir às eleiçons? Quem o impede? Alguém? Se apostades na unidade eleitoral, o primeiro é apostar desde parámetros de lealdade e camaradaria na criaçom de sinergias positivas entre os distintos sectores. Se andades à gresca noutros campos como queredes que confiemos em vós? Nom é mais lógico cimentar umha boa relaçom antes que apresentar-se juntos a umhas eleiçons porque si, porque toca e nom hai outras autonómicas até dentro de 4 anos? A tua linguagem significa que, polo menos tu nom queres nada connosco. Somos blablabla ladras, ladras, ladras... És umha mal-educada. Que pretendes assi?
"Unidade desde abaixo" nom significa trabalho de peons, que nom te atraiçoe o subconsciente. Unidade desde abaixo significa no trabalho do dia-a-dia, nom um mês cada 4 anos. Tam difícil é de entender? Repito, todo o ano.
Pareces desesperada por ir às eleiçons, que importância lhe dás e que pouco eleitoralista és! Bravo!
Nº 6. nh. Desculpa, mas estás a falar de política ou do monopoly? E tu és de esquerdas ou que? Queres ser deputado, ter cargo, carro e escolta? Enfim... Dis que ninguém moveu um dedo como se as relaçons entre as forças políticas independentistas fossem como as de TEGA co PG. Unimo-nos para as eleiçons por simples interesse imediato, para arrebanhar. E o resto do ano? Isso nom conta? Comportades-vos como se fossedes o PP, o PSOE ou o BNG. Politicuchos, que pena!
nº 11. odeio. Que si, que teima tedes em ser como os partidos do sistema. É que nom concebedes umha outra forma de fazer política, de esquerdas de verdade, alonjada do circo que nos montam cada 4 anos?
A crítica senhor/a manipulador/a nom é por tê-lo feito público. Hai que repetir as cousas 1000 vezes. Sodes cansinos e?
que mais dá,
19.05.2008 (Id: 11142)
é dificil esto da candidatura unitaria, creio que nom era preciso que aldara (ou quem seja) escreve-se sobre o tema, pois nom creio que as organizaçons as que se lhe enviou a comunicaçom vaiam faze-lo publicamente. Por outra parte, a mim parece-me umha forma um tanto desesperada de fazer as cousas por parte de nós-up, é mais, nom creio que ninguém queira ir as eleiçons com nós-up. Sem mais dizer que concordo que sem unidade (entendida no minimo com o poder trabalhar conjuntamente com normalidade) no dia a dia vai ser dificilisimo umha candidatura totalmente unitaria ainda que existem mais possibilidades.
que mais dá,
19.05.2008 (Id: 11143)
é dificil esto da candidatura unitaria, creio que nom era preciso que aldara (ou quem seja) escreve-se sobre o tema, pois nom creio que as organizaçons as que se lhe enviou a comunicaçom vaiam faze-lo publicamente. Por outra parte, a mim parece-me umha forma um tanto desesperada de fazer as cousas por parte de nós-up, é mais, nom creio que ninguém queira ir as eleiçons com nós-up. Sem mais dizer que concordo que sem unidade (entendida no minimo com o poder trabalhar conjuntamente com normalidade) no dia a dia vai ser dificilisimo umha candidatura totalmente unitaria ainda que existem mais possibilidades.
amore ad eternum,
19.05.2008 (Id: 11147)
Retratas-te com as tuas palavras, queridissimo "odeio".
Seguindo com o teu desafortunado símil: o "problema" que lhe cria a IU a proposta que lhe lança o PSOE desde os micros do programa de Ana Rosa Quintana para irem conjuntamente às eleiçons nom é que IU nom tenha neuronas para contestar, como tu diz em relaçom à AMI, ou que, por ser público esse convite, IU se veja obrigada dalgumha maneira a posicionar-se também públicamente, porque o pronunciamento do PSOE é umha pergunta directa que cria artificialmente umha EXPECTATIVA nos espanhóis "de esquerdas" e porque todos os televidentes aguardam saber que opina IU ante o envite.
O problema é que o PSOE, que é mui livre de jogar à política espectáculo, porque de fazer agitaçom entre os obreiros socialistas há tempo que se esqueceu, quera meter a IU na sua forma de entender e fazer a política e que lhe "imponha" a IU ir a outro programa do coraçom para contestar, aínda que a IU prefira falar em reunions discretas das cousas de España e nom trata-las nesse tipo de programas, seja no de Ana Rosa, em Salsa Rosa, Corazón corazón, Luar, Operación Triunfo, etc., que com o zapping se chega a toda a parte...
O problema, entranhável "odeio", é que se o PSOE quer ir a algures com IU onde tem que dize-lo é numha reuniom bilateral privada com IU para ver como andam as cousas e saber se se podem apanhar juntos. Se depois de falar consideram que realmente o seu já nom é só ir juntos às eleiçons, mas existe umha identidade de perspectivas que os fusionará para sempre, será quando podam que anunciar a boa nova aos TV-videntes. Que o PSOE faga a sua proposta num programa do coraçom, converte o que deveria ser um processo de diálogo e umha construçom entre partes diferenciadas num espectáculo público, ou sexa, algo pouco recomendável quando falamos de cousas importantes.
Tu entenderias, querido "odeio", que o mui minoritário sector de VÓS-UP que nom diz si a todo o que manda PL figesse as suas propostas e sugestions aos ampliamente maioritários através de A Nosa Terra, por exemplo? Verdade que parecería pouco sério e falto de rigor, e até haveria algum tirom de orelhas por essa falta de discreçom? Acaso nom lhe dirias tu, querido "odeio", com toda a tua poderosa razom, "ouvide, companheiros, as questons da organizaçom debatem-se na organizaçom, nom se podem airear nos programas de TV"? Sem embargo, a proposta eleitoral do PSOE a IU apresenta-se, apesar de que a sua viabilidade é mais que incerta, acima dum plató de Antena 3 e a ti isso parece nom merecer-che um questionamento...
Remato, preçado "odeio": tu bem sabes que as relaçons entre PSOE e IU -imaginemo-lo seguindo com esta metáfora- som tensas e difíceis desde há muitos anos e que apesar de ambos serem mui mui espanholistas tivérom sérios conflitos e profundas divergências nas convivências políticas e organizativas que intentárom. Imagina também que o PSOE sempre lha joga aos de IU quando pode e os de IU estám até arriba do PSOE. Cres que este seria um bom clima prévio para anunciar através dum plató de Antena 3, sem falar antes com IU, que ambos se iam juntos de viagem?
o PSOE vive para o espectáculo. O PSOE sabe com certezxa que sem alterar-se as condiçons prévias e utilizando os platós de televisom como foro para projectar as suas ofertas estas pouco futuro podem ter. Mas isto nom é o que preocupa realmente ao PSOE porque, falando mal, a unidade da esquerda espanholista é algo que lha refanfinfla. O único que lhe interessa ao PSOE é que, como estamos antes das eleiçons e quer dar-se umha pinta de força de esquerda que procura a unidade das esquerdas espanholas, este tipo de operaçons lhe venhem ao pelo. Nom há mais seriedade nas suas palavras e nom merecem maior consideraçom.
PD: Muda PSOE por VÓS-UP; IU por qualquer dos agentes a que se dirigiu VÓS-UP nesta ocasiom; Antena 3, programas do coraçom e platós por Vieiros e GZnación e já te imaginas de que vai a metáfora. Saúdos
independentista,
20.05.2008 (Id: 11149)
Eu xa só espero duas cousas despois de asistir a este novo espectáculo dos moitos a que nos ten acostumados a dirección de Nós-UP: por un lado confío en que debe ficar militancia con certo sentido cando menos do ridículo nesa organización que sexa quen de levantar unha alternativa seria á súa actual dirección que, desde o meu humilde punto de vista, só os leva a estar cada vez máis aillados da realidade nacional, e por outro supoño que ningunha das organizacións ou correntes ás que Nós-UP enviou esa "carta" será quen nin tan sequer de pensar en acudir a esa "reunión"...
Desde logo unha grande parte d@s independentistas de base que non estamos afiliad@s a nengunha das organizacións existentes non entenderiamos que por enésima vez se lle volte dar cobertura á dirección liquidacionista de Nós-Unidade Popular.
ex-pelele,
20.05.2008 (Id: 11153)
é pouco probábel que alguén reflexione nese mundo de nós-up. desde que se constituiu os disidentes desto ou do outro tuveron que marchar.
o clima sectario é abafante para seres capaces de pensamento autónomo. up é un apéndice de pl con 3-4 qe non se coscan e son utilizados para vender rifas e outras cousas dese tipo, así que de alternatibas dentro olvídate.
a posibilidade remota da reflexión está máis lonxe se pensas na cohesión que produce a prepotencia, o propio aillamento, a falta de personalidade que se concreta en adhesión incondicional a lideres mediocres ou a participación colectiva en desembarcos organizados pola dirección para ocupar reunións do que sexa. nada une máis que a falta de personalidade e esa particpación colectiva en prácticas inaceptábeis.
a única alternatiba para esas persoas é romper o cordón ombilical cós peleles e denunciar a dirección liquidacionista do movemento. reformar nós-up é como querer retornar o BNG ao que foi algún día.
se alguén responde á cartita das eleccións demostrará que non é moito máis serio que quén lla envía. romper con ese mundo é a única garantía que existe para comezar a falar en serio de algo...... e xa se verá o que saia dahí.
-gz-,
20.05.2008 (Id: 11155)
Ou seja, a ver se entendim:
- O independentismo NUNCA em 30 anos estivo unido, mas a culpa é de NóS-UP, que existe há 8 anos.
- Nós-UP é -até agora- a única força que propom umha aliança concreta e pontual, e fai-no como faria qualquer organizaçom séria: enviando cartas às direcçons respectivas e explicando publicamente o que se fijo e para quê se fijo. Em resposta, para os pobrinhos estes que confundem a política com as luitas de navalhas das bandas de bairro, acabar com Nós-UP (que seica nom representa nada) é a única alternativa para avançar no independentismo. Ou seja, para recuperar a "vitalidade" de antes de 2001, que os "liquidacionistas" de nós-up rebentárom, nom é?
- Ainda bem que estes tontinhos que insultam por aqui nom pintam nada, som só parte do ruído ambiental, agora dedicados a provocar um "motím" em Nós-UP (suponho que para que as bases oprimidas se metam na grande organizaçom indeepndentista que sim funciona... sim home, aquela, como se chama?...)
Dades lástima... Só espero que as organizaçons aludidas pola proposta de Nós-UP sejam mais sérias, polo bem do nosso país.
canceira nacional,
20.05.2008 (Id: 11157)
"pobrinhos", "tontinhos", "dades lástima", etc... Assím é como se une, nós-UPerro, assím. Isto é o único que aprendedes os estudantes (mais bem matriculados) em "férias revolucionárias" quando entrades na seita moraliana: prepotência, soverba, manipulaçom, mentira, ódio,... Nem se sequera sabes do que falas: que em 30 anos a EI nunca estivo unida? Nom aglutinarom Galicia Ceibe no 79 e a primigénia FPG no 88 a toda a EI organizada nesse momento? Onde estavam os teus gurús daqeela? Pois estavam no Movimiento "comunista" (sic) de EspaÑÑÑÑÑa.
O que nom consegui nem sequera aglutinar a toda a EI desde um princípio foi essa trapalhada do Processo Espiral. E para isso que vai e racha dous anos depois. Nom sabedes fazer auto-critica, porque estades numha seita e porque nom sabedes viver fóra dela.
Mas a culpa é de quem vos fai caso.
resistir é vencer,
21.05.2008 (Id: 11164)
Creo que negarse a debater sobre unha proposta dunha organización por parte de outras organizacións é ser un sectareo. Non pertenzo a Nos UP, máis ben sempre estiven máis cerca doutros colectivos que hoxe claman contra a proposta. O problema dalgúns non é un problema ideoloxico nin sectareo, senón de nomes e apelidos. Eso dana o independentismo, creo que quedou patente en moitos ambitos que a militancia de ambos bandos e quen de colaborar. Penso que algunhas elites de pensamento, que as hai, deberían ir deixando a un lado os nomes e apelidos e preocuparse polo que verdadeiramente importa. Cando a militancia se uniu e colaborou para o unico que interviñeron foi para escornala.
Basta xa de elitismos, Union do independentismo xa!
chad,
21.05.2008 (Id: 11165)
Nom sei por que agora Nós-UP quer aparecer publicamente como promotora da suposta unidade eleitoral, pois a FPG dixo que trabalharia (sem autopropaganda pública) por isso mesmo há meses, e Joam Peres do Espaço Irmandinho propuxo algo similar.
Ademais, por que lhe dades tanta importáncia às eleiçons se nom há unidade no demais, que é o que importa?